O caos anunciado do Engenhão: "Há mais ambulância do que polícia"

Um dos seguranças do Botafogo, na porta do Engenhão, pouco antes das 17h, observou:

- Repórter, repara só. Tem mais ambulância do que carro de polícia - disse.

Era o início de uma tarde e noite que vai virar exemplo do que não pode acontecer na realização de um clássico. A vitória do Flamengo por 2 a 1 sobre o Botafogo foi precedida de cenas de guerra no entorno do Nilton Santos - não à toa há um morto e feridos no saldo triste de mais um domingo em campos brasileiros. O estádio, é bom que se diga, nada tem a ver com os tristes episódios deste domingo pelo Campeonato Carioca.

Foram vários fatores que provocaram este cenário. Com dois repórteres e um fotógrafo rodando o Engenhão horas antes e depois da partida, além de depoimentos diversos - anônimos ou não -, o GloboEsporte.com mostra por que tudo deu errado. E poderia ter sido bem pior.

O CONTEXTO
A crise no Estado, com atraso de funcionários e servidores, chegou à segurança pública. Os protestos da Polícia no Espírito Santo chegaram ao Rio no fim da semana passada e minaram batalhões. Atingiu em cheio o futebol na tarde deste domingo. Diretores do Botafogo informaram à reportagem que, às 16h, horário de chamada do quatro operacional do estádio, simplesmente não havia um policial para abrir o estádio. Policiais do 3º Batalhão da Polícia Militar e a cavalaria, que sempre faz a segurança no entorno dos jogos no Rio, não apareceram no Nilton Santos. O Botafogo abriu os portões às 17h e fez a revista na entrada do estádio com segurança própria.

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O caos anunciado do Engenhão: "Há mais ambulância do que polícia" O caos anunciado do Engenhão:  "Há mais ambulância do que polícia" Reviewed by Anderson Nascimento on 23:00:00 Rating: 5
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