Brawn diz que, se preciso, brigará com times para ter ultrapassagens de volta na F1


Em Paris, na sede da Federação Internacional de Automobilismo, na Place de la Concorde, representantes das quatro construtoras das unidades motrizes da Fórmula 1, Ferrari, Mercedes, Renault e Honda, e de outras montadoras envolvidas com competições começam a discutir, nesta sexta-feira, os caminhos tecnológicos das unidades motrizes a serem seguidos a partir de 2021. Ao menos na F1, até 2020 fica como está, depois do acertado no ano passado entre a FIA e os times.

Agora do longo para o curto prazo. Muito importante para a F1 foi a postura do diretor esportivo do Liberty Media para o evento, Ross Brawn, diretor técnico, por exemplo, da Benetton na época dos dois títulos de Michael Schumacher, em 1994 e 1995, e nos cinco mundiais vencidos pelo alemão pela Ferrari de 2000 a 2004. Portanto, sabe o que diz. Depois do GP da Austrália, domingo, Brawn afirmou com todas as letras: “Acredito que com esses carros a F1 seguiu direção equivocada quanto às ultrapassagens”.

Quase todos os pilotos sinalizaram ser “quase impossível” ultrapassar os adversários ao longo das 57 voltas no Circuito Albert Park, em Melbourne, conforme haviam previsto nos testes da pré-temporada, em Barcelona. A perda de pressão aerodinâmica no seu carro os impede de seguir o concorrente de perto para depois tentar a manobra.

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Brawn diz que, se preciso, brigará com times para ter ultrapassagens de volta na F1 Brawn diz que, se preciso, brigará com times para ter ultrapassagens de volta na F1 Reviewed by Anderson Nascimento on 23:30:00 Rating: 5
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